segunda-feira, 15 de março de 2010

CHUVA E APAGÃO


Mas este março é mesmo atrapalhado fechando o verão, com tanta água, pau, pedra, resto de toco, caco de vidro, como diz a bela canção do Tom Jobim (Águas de março). Um calor sufocante, melado, o ar parado, trazendo no final do dia as tempestades.
E foram muitos bairros sem luz, lembrando os tempos de antigamente, eu bem que sempre achei esquisita essa palavra PRIVATIZAÇÃO, onde se paga muito por pouco, e nem podemos reclamar, porque não atendem os consumidores. Lucro abusivo não combina com utilidade pública (foram umas 8 horas sem energia, fora o indo e voltando, os piques que detonam os aparelhos domésticos. E nem precisa tanta chuva e vento.

sexta-feira, 12 de março de 2010

CHEGANDO JUNTO NUMA BOA CONVERSA


foto ney - Niemeyer e JK conversando num banco no "caminho niemeyer" - Pça. JK - Niterói.

Um procura um parteiro para os seus pensamentos, outro alguém a quem possa ajudar: é assim que nasce uma boa conversa.
Friedrich Nietzsche

GRANDE PAI


Jurujuba é um recanto tranquilo de Niterói, pequena comunidade que vive da pesca. Lindas enseadas, fortes antigos, montanhas, pontos históricos e turísticos, famosa pela festa de São Pedro.
Bom poder parar, sentar, apreciar a paisagem, sentir a brisa, o cheiro de mar, desacelerar a vida.
Nos reflexos das suas águas calmas muitos brilhos e cores, Criações do Grande Pai. Um convite à fotografia. Click! (ney)
Boa sorte e muita luz para o barco GRANDE PAI e os demais.

ROUPAS NO VARAL II

Quero acrescentar algo sobre a postagem anterior. Tudo sempre tem um significado maior. Éramos muito pobres quando eu nasci, morávamos no coração do Rio de Janeiro, na época ainda Capital do Brasil - Rua Paissandu (Flamengo), um carioca da gema. Era num quarto de uma casa de cômodos, numa vila de casas antigas, ao fundo um cortiço. Eu e o irmão mais velho ficávamos de brincadeira com as moças lavando roupa num tanque comum, correndo entre os lençóis pendurados no varal, imitando as batidas da roupa no tanque, volta e meia levando corridas delas.
Depois fomos morar distantes do centro do Rio (Nilópolis), ramal dos trens da rede ferroviária Central do Brasil. A casa bem simples tinha um bom terreno, e para ajudar meu pai nas despesas, plantava de tudo no quintal, que vendia também na vizinhança. Lavava roupa para fora, carregávamos as trouxas na cabeça para levar do outro lado da estação, na parte mais nobre da cidade. Depois comprou uma máquina e ficou só na costura, atendendo as encomendas dos alfaiates.
Tenho fotos brincando de correr entre as roupas penderadas no varal, então ficaram na memória essas imagens e bons momentos de criança, cercado de muito amor. (ney).

quarta-feira, 10 de março de 2010

ROUPAS NO VARAL







Fotos ney.
Somos um Brasil de muitas aquarelas, exaltando nossas qualidades e grandiosidades, como a do "Brasil Brasileiro" de Ary Barroso. Criticas existem sobre esse ufanismo, esse modo encantado de falar de nossas belezas e riquezas, já que atendem aos oportunismos políticos, econômicos e sociais, explorando o entusiasmo e a boa fé do nosso povo.
Mas acho que é mesmo nosso jeito de ser, de dizer com música e poesia, todo nosso encanto por essa imensa diversidade. "E assim fizemos dela um palco iluminado... nossas roupas comuns dependuradas, qual bandeiras agitadas, parecendo um estranho festival. Festa dos nossos trapos coloridos, a mostrar que nos morros mal vestidos, é sempre feriado nacional. A porta do barraco era sem trinco, mas a lua furando nosso zinco, salpicava de estrelas nosso chão. Tu pisavas nos astros distraída, sem saber que a ventura desta vida, é a cabrocha, o luar e o violão (chão de estrelas - Silvio Caldas e Orestes Barbosa).
Nota: Era assim em nossa casa com quintal, os varais de arame sustentados por longos bambus, a roupa pendurada secando no sol e no vento. Na hora da chuva era uma correria para se recolher toda a roupa. E ficou essa imagem de infância. (ney).

terça-feira, 9 de março de 2010

NATUREZA








Fotos e texto ney.
Dentro daquele lago de águas calmas, vi o reflexo de frondosas árvores e exuberantes folhagens; os pingos da chuva formando círculos concêntricos, delicadas e vibrantes ondulações em movimentos harmoniosos. Nele flutuavam fôlhas secas, pequenos insetos executavam seu balé sobre as águas, galhos despontavam de suas profundezas. Lá bem alto a imensidão do céu azul, as nuvens brancas. Ouvi o canto dos pássaros, a música da natureza, senti a brisa fresca, o aroma das flores. E lá estava também a minha sombra, a luz do flash cintilou nas águas do tempo, gravei na memória e na imagem digital os lindos momentos da natureza. Viva a grandeza da Criação! Ney.

segunda-feira, 8 de março de 2010

A ESSÊNCIA HUMANA (clique aqui)


Realidade, verdade, sonho, magia, mistério, criação, vida e amor. Sentir, observar, ler, constatar, conscientizar. Ser um eterno aprendiz, deixar fluir os sentimentos, conhecimentos, a ciência, a razão, o crescimento, a luz, o movimento, a energia, a simplicidade de ser, de sonhar, fantasiar, de se deixar encantar. (ney)
Gostei muito do texto (link acima/Título), do Professor Jucimar Gomes de Souza.