sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
ÚLTIMOS RAIOS DE SOL


Clique sobre as imagens para ampliá-las (fotos ney).
Essa luz dourada do por-do-sol realça a montanha e seus contornos, cria sombras, silhuetas, contrastes, luzes intensas e cores luminosas, evidencia texturas, reflete com brilho nas águas do mar, aqui no caso a Baía da Guanabara. Também é um bom momento para fazer retratos, pois a intensa luz dourada suaviza as rugas e projeta uma luminosidade muito benéfica aos rostos. Independente de se esconder atrás de distantes montanhas ou diretamente no mar, não há nada que eleve tanto o espírito e agrade tanto o olhar como um belo pôr-do-sol. Um perfil de pessoa, um edifício, um barco ou pássaros bem na frente do pôr-do-sol pode se tornar extraordinário (repare nas fotos).
O Cristo Redentor é uma das 7 maravilhas do mundo, de braços abertos no alto da bela montanha do Corcovado nos dá uma forte sensação de paz e amor. (ney)
Veja no endereço que segue o belo vídeo do amanhecer da novela VIVER A VIDA, da Globo (TELA CHEIA): http://viveravida.globo.com/Novela/Viveravida/Videos/0,,17544,00.html
domingo, 6 de dezembro de 2009
sábado, 5 de dezembro de 2009
PRIMAVERA/VERÃO (clique aqui)


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As nuvens foram chegando e ficou o dia cinzento, com direito a garoa e chuva, despencando a temperatura que andava pelos 40º. Neste DEZEMBRO lembro os bons tempos da juventude, das férias escolares que começavam bem antes do Natal e, às vezes, iam até o começo de março, dependendo do carnaval no final de fevereiro. Bailes de formatura, festas de final de ano, quase 3 meses de muita praia, boa vida e carnaval. Mas isso se não ficasse em SEGUNDA ÉPOCA nas provas escolares. E no lugar de protetor solar usávamos óleo de bronzear. http://www.youtube.com/watch?v=n72vD9Wtt8Y
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
QUANDO, LÍDIA, VIER O NOSSO OUTONO


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Quando, Lídia, vier o nosso outono
Com o inverno que há nele, reservemos
Um pensamento, não para a futura
Primavera, que é de outrem,
Nem para o estio, de quem somos mortos,
Senão para o que fica do que passa
O amarelo atual que as folhas vivem
E as torna diferentes.
Ricardo Reis - Odes De Ricardo Reis
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