sexta-feira, 15 de maio de 2009
O CAVALO E A CARROÇA DE FENO

Sai do carro e fui lá fotografar o cavalo e a carroça carregada de capim ou feno. Lembrei da infância, as ruas de terra, tropel de cavalos carregando balaios cheios de verduras e legumes, eram os chamados “verdureiros”. Ou ficavam os cavalos pastando nos terrenos baldios, nos antigos campos de futebol... e os cachorros latiam sempre que passava um cavalo, ameaçavam morder, mas diante de um movimento de defesa do cavalo saíam a correr. Eram imagens daqueles antigos cotidianos. Há algum tempo ainda se viam essas carroças carregando papelão, papel, ferro velho. O cavalo e seu olhar triste, mas amigo
quinta-feira, 14 de maio de 2009
METADES

Clique sobre a imagem para ampliá-la (foto ney)
Encontro de duas metades, feminino e masculino, manequim e sombra, escultura e projeção...
Madeira e barro, traçados e perfis, no olhar parece que se encontram no infinito...
Figuras, se num passar se juntam, podem se sebrepor, mas transpassam e não se completam.
Vultos, formas, aparências... sem alma, vida e amor, nunca serão inteiros. (ney).
APROVEITANDO ANTES QUE MUDE O TEMPO...




E hoje voltei lá na Praia de Itaipu aproveitando o dia azul, parece que vem chuva e frio por ai (?)... vazia, tranquila, os atobás e seus vôos. E passei pela bela Praia de Itacoatiara, das montanhas, do mar de boas ondas para o surf. E quanto tempo não ia a praia, apesar de aposentado. Valeu o mergulho, e as clicadas que acompanham meus passeios. ney.
NAMORAR A VIDA
Tradução do original 'Hay que Buscarse un Amante'
Muitas pessoas têm um amante e outras gostariam de ter. Há também as que não têm, e as que tinham e perderam. Geralmente são essas últimas que vêem ao meu consultório para me contar que estão tristes ou que apresentam sintomas típicos de insônia, apatia, pessimismo, crises de choro ou as mais diversas dores. Elas me contam que suas vidas transcorrem de forma monótona e sem perspectivas, que trabalham apenas para sobreviver e que não sabem como ocupar seu tempo livre.
Veja em: http://www.clef.kit.net/amantes.htm
Muitas pessoas têm um amante e outras gostariam de ter. Há também as que não têm, e as que tinham e perderam. Geralmente são essas últimas que vêem ao meu consultório para me contar que estão tristes ou que apresentam sintomas típicos de insônia, apatia, pessimismo, crises de choro ou as mais diversas dores. Elas me contam que suas vidas transcorrem de forma monótona e sem perspectivas, que trabalham apenas para sobreviver e que não sabem como ocupar seu tempo livre.
Veja em: http://www.clef.kit.net/amantes.htm
quarta-feira, 13 de maio de 2009
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