domingo, 1 de março de 2009

RIO 444 ANOS

















PARABÉNS RIO DE JANEIRO !

PLENITUDE


NÓS MULHERES

Dizem que, a uma certa idade, nós as mulheres nos fazemos invisíveis. Que nossa atuação na cena da vida diminui e que nos tornamos inexistentes para um mundo onde só cabe o impulso dos anos jovens. Eu não sei se me tornei invisível para o mundo, mas pode ser. Porém nunca fui tão consciente da minha existência como agora, nunca me senti tão protagonista da minha vida, e nunca desfrutei tanto cada momento da minha existência. Descobri que não sou uma princesa de contos de fada; descobri o ser humano sensível que sou e também muito forte. Com suas misérias e suas grandezas. Descobri que posso me permitir o luxo de não ser perfeita, de estar cheia de defeitos, de ter fraquezas, de me enganar, de fazer coisas indevidas e de não corresponder às expectativas dos outros. E apesar disso…Gostar de mim. Quando me olho no espelho e procuro quem fui… sorrio àquela que sou… Me alegro do caminho andado, assumo minhas contradições. Sinto que devo saudar a jovem que fui com carinho, mas deixá-la de lado porque agora me atrapalha. Seu mundo de ilusões e fantasias, já não me interessa. É bom viver sem ter tantas obrigações. Que bom não sentir um desassossego permanente causado por correr atrás de tantos sonhos. “A vida é tão curta e a tarefa de vivê-la é tão difícil que quando começamos a aprendê-la, já é hora de partir " Blandinne.

Nota: A autora Blandinne ou Blandine Faustine tem diversos belos textos, PPS, mas na internet é um mistério sua identidade (vide google).

sábado, 28 de fevereiro de 2009

BANQUINHO ROMÂNTICO


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Pedalando pela orla fotografei esse banquinho que achei bem romântico, junto ao mar, e estava bem no por do sol. Então lembrei de um texto que acho ter tudo a ver, que encontrei no blog banquinho lá de Portugal, do autor "blue eyes"... "Um banquinho para descansar, pensar, conversar e ver lindos Por de Sol!". JÁ TENHO SAUDADES!
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Um por do sol ao relento... Um brilho ténue a iluminarnos... Os meus braços na tua cintura... Uma aragem que nos arrepia... Dois corações que batem em uníssono... O teu cabelo a dançar pela minha face... O teu cheiro a fazer-me enlouquecer... O teu pescoço nú a pedir-me um beijo... Os meus lábios a percorrerem a tua face... A tua mão no meu cabelo... Um aparente alheamento de tudo o que nos rodeia... Um arfar da tua boca... A minha lingua a passar pela tua orelha... A tua face a rodar... As nossas bocas a procurarem-se... Os nossos lábios a tocarem-se... As nossas linguas a dançarem... O nossos braços a envolverem-nos... As nossas mãos a explorarem os corpos... Um beijo que perdura... e não se esquece... Quatro olhos que não se abrem... por enquanto... Um sentimento que não se explica... Um bem estar que não queremos deixar... Duas bocas que se separam... Quatro ollhos que se abrem... Quatro olhos que se olham... Duas almas que se vêem... Duas almas felizes... Duas pessoas que se amam... E um sol que já não se vê. http://banquinho.blogs.sapo.pt/29727.html

ONDE ESTOU ?



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Onde está o ney (não é Wally) nesta foto. No fundo do lago? Nas folhas da árvore? Dica: Luz do flash.

Que bobagem... rs.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

PAISAGENS URBANAS E NATURAIS


















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Na paisagem urbana se integram as arquiteturas antigas, modernas e contemporâneas, com as belezas naturais, flora e fauna, espaço aéreo, terra, água, montanhas, detalhes, portões, terraços, cotidiano. Acabamos nos entendendo com harmonia nessa diversidade, que nos permite vivenciar tempos e costumes diferentes, e preservar as histórias e identidades das cidades. ney.

FLOR BRANCA


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Flor branca de linda textura, perfeitos contornos, tecendo de si pequenas flores amarelas vindas do seu interior; abre-se em pétalas tenras, macias, transparentes, entregues ao sol. Brancura que refresca e deixa ver a alma, perfuma e sensibiliza os sentidos, liberta vida, amor e imaginação. Flor branca, apareça na nossa sacada junto com a luz branca da lua, deixaremos a porta entreaberta, a suave brisa enfunando as cortinas, para entrar o luar e o seu aroma de flor. Eu e minha amada, inspirados, escreveremos um verso de amor exaltando seus encantos.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

TANTA BELEZA NUM DIA DE VERÃO





















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Tanta beleza num dia de verão. Como disse William Shakspeare em seu (soneto 17): "Às vezes brilha o Sol em demasia, outras vezes desmaia com frieza; o que é belo declina num só dia, na terna mutação da natureza".
E o ROUPA NOVA na canção de Thomas Roth e Lulu Guedes:
É como um sol de verão, queimando no peito, nasce um novo desejo, em meu coração... É uma nova canção, rolando no vento, sinto a magia do amor, na palma da mão. É verão! Bom sinal! Já é tempo, de abrir o coração, e sonhar...