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O pequeno local ficou como um marco da presença dos portugueses em Niterói, que quando aqui chegaram se concentraram principalmente nessa área.

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E aproveitando a sexta-feira de sol e céu azul fui andar e pedalar na orla, e passar no Solar do Jambeiro é sempre um bom programa, descansar nas sombras das árvores, admirar sua bela arquitetura, as exposições, voltar no tempo até o ano de sua construção (1872), e tirar algumas fotos, que é minha mania.
O Solar do Jambeiro, também conhecido como Palacete Bartholdy, foi construído em 1872 pelo comerciante português Bento Joaquim Alves Pereira, em Niterói-RJ. Posteriormente a propriedade foi vendida ao diplomata dinamarquês Georg Christian Bartholdy.
O Solar é um exemplo significativo do melhor que havia, na arquitetura residencial urbana, na segunda metade do século XIX. Sobrado com dois andares e varandas. Externamente todo revestido de azulejos portugueses e telhas de beiral.
O solar apresenta fachadas inteiramente revestidas de azulejos portugueses e beirais constituídos por telhões de louça, pintados à mão, provenientes da cidade do Porto, em Portugal.

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Bem, apesar dos diferentes olhares, cada um tem seu jeito, o que se vê nessa foto é também um ENORME contraste: O pescador, sem camisa, em harmonia com a natureza, sob a luz do sol, cuida do seu barco na areia da praia, e na imensidão do mar vai buscar o seu sustento;
Ao fundo, a cidade grande, trânsito, fumaça, edifícios, elevadores, paredes, salas, ternos e gravatas, correrias, papéis, documentos...
E agora? Você decide! ... Ou não somos nós que decidimos, e sim a realidade, as circunstâncias, oportunidades, a roda viva?
Pense ai...
Mas vale mesmo a bela natureza a nossa volta, a saúde, amar e se encantar com a vida. E ficou o momento nessa fotografia. (Ney).
Praia de Gragoatá (Niterói-RJ) - ao fundo o centro do Rio de janeiro.


Quadro ney 1980.
Lembro com saudades dos velhos carnavais de rua, blocos, mascarados, lança-perfume, confete e serpentina, arlequim, pierrot e colombina, muita alegria. Nos clubes as bandas, pirata, marinheiro, bailarina, odalisca, nas matines os salões divididos, menores e maiores, e o baile noturno até a madrugada (... ai, ai, aiai... tá chegando a hora, o dia já vem raindo meu bem, eu tenho que ir embora). ney
E vale lembrar a marcha da quarta-feira de cinzas:
Acabou nosso carnaval, ninguém ouve cantar canções, ninguém passa mais brincando feliz, e nos corações, saudades e cinzas foi o que restou... VEJA O VÍDEO:
http://www.youtube.com/watch?v=aW63eDQDcU0

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As águas da Baía da Guanabara já não são aquelas de quando chegaram portugueses e franceses para disputar a posse da terra, expulsando os índios, e as baleias vinham ter suas crias, mas algumas providências trouxeram algumas melhoras no controle da poluição, e eventuais correntes marítimas e ressacas, auxiliam as marés a renovar suas águas.
Mas deste recanto que os índios chamaram de Niterói, e que na língua deles alguns dizem ser “águas escondidas, ou protegidas”, ou curvas sinuosas, ou sonhos, ficaram essas enseadas, como a de Jurujuba, onde a vida tem um ritmo mais tranqüilo, e se vive da pesca, os barcos saindo e chegando do alto mar carregados de peixes, cercados de gaivotas, as garças na areia buscando sua sobrevivência.
Amendoeiras, casas simples, colônia de pescadores, ruas estreitas junto a pequenas praias, redes sendo costuradas nas pedras, areias, calçadas, fortalezas antigas, turistas, restaurantes de frutos do mar, e a famosa Festa de São Pedro.
Segue a vida numa realidade dependente da pesca, num contexto da natureza, uma paisagem de se querer sentar no banco e ficar olhando e fotografando. (ney)