segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

FELIZ NATAL




















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Niterói tem um pouco da história do Natal no Brasil:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Teatro_do_Brasil
Como se sabe, os únicos textos de toda essa produção chegados aos nossos dias são de autoria do Pe. José de Anchieta, graças ao seu processo de beatificação iniciado em 1736.
Considerado por Sábato Magaldi "o texto mais complexo e digno de interesse" de toda a obra do missionário, o Auto de São Lourenço ou Na Festa de S. Lourenço é uma peça trilíngüe que teve sua primeira representação na cidade de Niterói em 1583, sendo considerada a primeira representação teatral no Brasil.
Outro texto do Padre Anchieta, Na Festa de Natal, é uma releitura do Auto de S. Lourenço, com menos personagens e cenas. Neste caso, os demônios dificultam os Reis Magos a encontrarem a manjedoura onde se encontra o Salvador.

Um Natal Celine Dion - por costume sempre mostrado em lugares frios e de neve:
http://www.youtube.com/watch?v=pHrVG06U5MA&feature=related

domingo, 21 de dezembro de 2008

BLOG COM SOM



Ah, o blog agora está com som... para começar Eva Cassidy e Michael Buble.
Até eu vou me apresentar em vídeo aqui no blog, mas tenho que treinar para gravar, porque só sei acompanhar uma música (ASA BRANCA), e estou fora de forma.
A voz é uma tristeza, mas prometo cantar baixinho. Vou esperar a Madona ir embora, para não atrapalhar o show dela.

VELHOS TEMPOS



Clique sobre as imagens para ampliá-las (fotos ney).

Peguei um livro de imagens antigas que usei como cenário, e coloquei na frente uma casa e igreja de barro (artesanato). Fotografei juntos compondo uma imagem do Rio antigo. E vieram as lembranças e saudades das ruas, esquinas, jogos de bola, terrenos baldios, festas juninas, soltar pipa, subir em árvore, sentar no muro, brincar de pique, carnaval de rua, palhaço, confete e serpentina, pegar chuva, contar estrelas e ver a lua. ney.

sábado, 20 de dezembro de 2008

NATAL DE NEVE



Clique sobre as imagens para ampliá-las (foto Dulce/Photoshop ney).

Dulce da sua janela clicou a noite de Winchester, coberta pelo tapete branco da neve. No photoshop coloquei a lua e iluminei as casas... e Papai Noel chegando de trenó, numa composição de Natal.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

CONTINUA O VERÃO GALOCHA


Clique sobre a imagem para ampliá-la (foto ney)
"Balada da Chuva"
A tarde se embaça: - um pingo, outro pingo, respinga um respingo de encontro à vidraça; um pingo, outro pingo, e a chuva aumentando e eu nada distingo,- respinga um respingo tinindo, cantando de encontro à vidraça. A noite esta baça e a chuva enervante batendo, batendo, constante, cantante de encontro à vidraça. A terra se alaga o, céu se nevoa, e a chuva é uma vaga fininha, descendo, parece garoa! ... parece fumaça!- e as águas subindo, e as poças subindo e a chuva descendo e a chuva não passa! O dia surgindo, manhã turva e baça. A chuva fininha miudinha, miudinha, parece farinha lá fora caindo, através da vidraça. A tarde está escura, a noite está baça, e as brumas de um tédio, de um tédio sem cura, talvez sem remédio, minha alma esfumaça:- um dia, outro dia e os dias passando em lenta agonia, segunda a domingo; um pingo, outro pingo, respinga um respingo, batendo, cantando, mil dedos tocando de encontro à vidraça...-que chuva! que chuva! e a chuva não passa! Constante, cantante caindo distante nas folhas molhadas, nas poças paradas despidas e nuas, e murmurejante rolando nas ruas;-um pingo, outro pingo na lata cantando goteira se abrindo pingando, pingando, batendo, batendo, tinindo, tinindo parece um tinido, de taça com taça, e a chuva chovendo e a chuva não passa! O vento nas folhas de leve perpassa, e as gotas nos fios rolando, escorrendo, lá fora estou vendo através da vidraça,- que dias sem alma!- que noites sem graça! e a chuva, que calma!chovendo, chovendo não passa! não passa! A terra está envolta nas brumas de um véu, de um véu de viúva que o dia escurece, e a noite enfumaça.- E' a chuva que chove, e do alto se solta descendo, descendo, rolando, escorrendo nos olhos do céu...Nos olhos do céu e no olhar da vidraça!-que chuva! que chuva! parece um dilúvio, quem sabe? - parece que a chuva não passa!( Poema de J. G. de Araujo Jorge, extraídodo livro " AMO ! " - 1a edição - 1938 )

ENTENDENDO A CRISE FINANCEIRA

Numa conversa descontraída, a explicação clara e objetiva da crise financeira... http://br.youtube.com/watch?v=CmGTnveyG7E

NOSSO CALOPSITA NO BATE O PÉ II


Clique em PLAY > na imagem acima.

Eu disse que ele fica inibido diante das câmeras, então ele começou a tagarelar o bate o pé.