domingo, 21 de dezembro de 2008

BLOG COM SOM



Ah, o blog agora está com som... para começar Eva Cassidy e Michael Buble.
Até eu vou me apresentar em vídeo aqui no blog, mas tenho que treinar para gravar, porque só sei acompanhar uma música (ASA BRANCA), e estou fora de forma.
A voz é uma tristeza, mas prometo cantar baixinho. Vou esperar a Madona ir embora, para não atrapalhar o show dela.

VELHOS TEMPOS



Clique sobre as imagens para ampliá-las (fotos ney).

Peguei um livro de imagens antigas que usei como cenário, e coloquei na frente uma casa e igreja de barro (artesanato). Fotografei juntos compondo uma imagem do Rio antigo. E vieram as lembranças e saudades das ruas, esquinas, jogos de bola, terrenos baldios, festas juninas, soltar pipa, subir em árvore, sentar no muro, brincar de pique, carnaval de rua, palhaço, confete e serpentina, pegar chuva, contar estrelas e ver a lua. ney.

sábado, 20 de dezembro de 2008

NATAL DE NEVE



Clique sobre as imagens para ampliá-las (foto Dulce/Photoshop ney).

Dulce da sua janela clicou a noite de Winchester, coberta pelo tapete branco da neve. No photoshop coloquei a lua e iluminei as casas... e Papai Noel chegando de trenó, numa composição de Natal.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

CONTINUA O VERÃO GALOCHA


Clique sobre a imagem para ampliá-la (foto ney)
"Balada da Chuva"
A tarde se embaça: - um pingo, outro pingo, respinga um respingo de encontro à vidraça; um pingo, outro pingo, e a chuva aumentando e eu nada distingo,- respinga um respingo tinindo, cantando de encontro à vidraça. A noite esta baça e a chuva enervante batendo, batendo, constante, cantante de encontro à vidraça. A terra se alaga o, céu se nevoa, e a chuva é uma vaga fininha, descendo, parece garoa! ... parece fumaça!- e as águas subindo, e as poças subindo e a chuva descendo e a chuva não passa! O dia surgindo, manhã turva e baça. A chuva fininha miudinha, miudinha, parece farinha lá fora caindo, através da vidraça. A tarde está escura, a noite está baça, e as brumas de um tédio, de um tédio sem cura, talvez sem remédio, minha alma esfumaça:- um dia, outro dia e os dias passando em lenta agonia, segunda a domingo; um pingo, outro pingo, respinga um respingo, batendo, cantando, mil dedos tocando de encontro à vidraça...-que chuva! que chuva! e a chuva não passa! Constante, cantante caindo distante nas folhas molhadas, nas poças paradas despidas e nuas, e murmurejante rolando nas ruas;-um pingo, outro pingo na lata cantando goteira se abrindo pingando, pingando, batendo, batendo, tinindo, tinindo parece um tinido, de taça com taça, e a chuva chovendo e a chuva não passa! O vento nas folhas de leve perpassa, e as gotas nos fios rolando, escorrendo, lá fora estou vendo através da vidraça,- que dias sem alma!- que noites sem graça! e a chuva, que calma!chovendo, chovendo não passa! não passa! A terra está envolta nas brumas de um véu, de um véu de viúva que o dia escurece, e a noite enfumaça.- E' a chuva que chove, e do alto se solta descendo, descendo, rolando, escorrendo nos olhos do céu...Nos olhos do céu e no olhar da vidraça!-que chuva! que chuva! parece um dilúvio, quem sabe? - parece que a chuva não passa!( Poema de J. G. de Araujo Jorge, extraídodo livro " AMO ! " - 1a edição - 1938 )

ENTENDENDO A CRISE FINANCEIRA

Numa conversa descontraída, a explicação clara e objetiva da crise financeira... http://br.youtube.com/watch?v=CmGTnveyG7E

NOSSO CALOPSITA NO BATE O PÉ II


Clique em PLAY > na imagem acima.

Eu disse que ele fica inibido diante das câmeras, então ele começou a tagarelar o bate o pé.

NOSSO CALOPSITA E O BATE O PÉ

Clique em PLAY > na imagem acima.

O nosso calopsita aqui dando o seu show, mas diante das câmeras fica meio inibido. Canta o "bate o pé" sem parar.