quarta-feira, 30 de setembro de 2009

A PRIMA, VERA, CHEGANDO JUNTO...


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A prima, Vera, chegou de mala e cuia, trazendo as traia toda para passar uns 3 meses com a gente, toda bonita, faceira, vestido florido, mas não larga esse guarda-chuva (?)... assim não dá!
Mas, vamos ouvir a bela música de Vivaldi e viver a bela estação:
http://www.youtube.com/watch?v=iSw7CcAXPWk

terça-feira, 29 de setembro de 2009

HISTÓRIAS DE NOSSAS VIDAS...























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Clique sobre a imagem para ampliá-la (foto ney).

Trata-se de um secular SOLAR (1872), de rica história e arquitetura, de nome JAMBEIRO, por causa de uma linda e imensa árvore plantada em seu jardim, um museu aqui de Niterói (patrimônio histórico e artístico nacional).
Mas podemos ver muito mais se relacionarmos ao contexto de nossas vidas. Beleza, arte, sossego, tempo, histórias, músicas, poesias, amores, sofrimentos, pensamentos, sonhos, luzes, sombras, marcas de um tempo sem pressas, que se vivenciava cada momento. E tudo isso parece ainda vivo num vento que vem de muito longe enfunando as cortinas de suas janelas; e nas luzes, sombras e reflexos em seus cômodos, salões, escadas e longos corredores.
E pode acontecer de sentirmos também um vazio, de um tempo que não volta mais, e que hoje urge dando saltos para o futuro, às vezes esquecendo o presente. No lugar da poesia temos manchetes nos jornais, a suave música se confunde com o ruído da cidade, que afugenta os pássaros, mas resistentes insistimos em ver através das janelas e sacadas seus belos jardins, a luz do sol, sentir a brisa, e sob as sombras sentar para uma boa leitura ou uma gostosa prosa.
Naquelas janelas distantes vejo uma criança que já não só enxergava o céu e as nuvens deitado no seu berço, mas já alcançava o parapeito, e via o sol e a chuva, os jardins, e que em momentos de euforia transpunha seus limites num salto, indo brincar na terra e subir em árvores.
Nas janelas mais próximas vejo alguém em plena juventude, olhando as vidas e amores que passavam nas calçadas, vendo as ruas, os horizontes, buscando seus sonhos.
Em cada janela ainda ouço a música da vida, e sinto as emoções e vibrações, os perfumes, saudades, receios de ter deixado alguém a minha espera, ou vice-versa, mas não faltou amor, e não esqueci olhares, abraços e beijos. E que nos perdoem pelas humanas falhas.
Sim, ainda vejo assim, mesmo através das lentes grossas desses meus óculos, mas guardo na memória viva e nessas fotos digitais, para poder viver um pouco mais cada momento e não deixar perder esse encanto. (ney).

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

VENTANIA



















19:15h. Rajadas de vento por aqui, piscou a luz, chegou a faltar por segundos... Será que vem tempestade ??? Bem que estão anunciadas. Já não se fazem primaveras como antigamente, estamos alterando a natureza. Mas sou da torcida azul, continuo acreditando, apesar de tudo. ney.

domingo, 27 de setembro de 2009

Velhice, baú e museu



Primeira imagem lembrei de O VIAJANTE, Mario Quintana (Baú de espantos): Eu sempre que parti fiquei nas gares... Olhando, triste, para mim...

E na segunda virei peça de museu (rs). Brincadeira carinhosa da amiga Marisa.

PLANETA ÁGUA (clique aqui)


Clique sobre a imagem para ampliá-la (foto ney) - Cachoeira dos Frades - Teresópolis-RJ

Ainda que seus passos pareçam inúteis; vá abrindo caminhos como a água que desce cantando da montanha. Outros te seguirão... Antonie de Saint-Exupéry

NUM FINAL DE TARDE...


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"O tempo se desfaz em cinza fria... E da ampulheta milenar do Sol... Escorre em poeira a luz de mais um dia" - Dante Milano.
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Dispersas nuvens, brancas e sombrias, sopradas pelo vento, viajam pelo céu neste final de tarde. Entre elas, os últimos raios luminosos de um dia azul, que ainda se vê no céu. No poente, um horizonte dourado, ocaso, refletido no mar. À luz tênue, a sombra forma contornos, silhuetas. Momento de paz, reflexão, na noite que chega, um novo amanhã. (ney).

sábado, 26 de setembro de 2009

PROSSEGUIR NO CAMINHO (clique aqui)


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"Esta manhã, antes do alvorecer, subi numa colina para admirar o céu povoado. E disse à minha alma: Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?
E minha alma disse: Não, uma vez alcançados esses mundos prosseguiremos no caminho."
Walt Whitman.