quinta-feira, 11 de junho de 2009

FERIADO RELIGIOSO









Minha bicicleta hoje me levou ao centro da cidade, fui ver e andar pela principal avenida da cidade, sem trânsito e toda colorida, coberta pelos tapetes de sal grosso tingido com corantes, serragem, pó de café, algodão etc., trabalho criativo feito por escolas e entidades religiosas. No final do dia por ela passa a procissão de Corpus Christi. Tradição religiosa que vem do final do século XVII, esses tapetes foram criados inicialmente em Mariana-MG., e depois se espalhou por todo o país. http://www.youtube.com/watch?v=hq21qKN4nuY

terça-feira, 9 de junho de 2009

A ABELHA



Clique na imagem para ampliá-la (foto ney).

A abelha para o Ney:
- Seu abelhudo, estou de olho em você, se chegar mais perto com essa câmera vai levar uma ferroada. Estou aqui tirando o néctar da flor e vem você bisbilhotar?
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Nada se assemelha à alma como a abelha. Esta voa de flor para flor, aquela de estrela para estrela. A abelha traz o mel, como a alma traz a luz. Victor Hugo.

IMAGENS DO OUTONO














Clique sobre as imagens para ampliá-las (fotos ney)
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A poesia do outono: http://www.orizamartins.com/outono-oriza-e-eu.html

segunda-feira, 8 de junho de 2009

OUTONO NA MONTANHA














Clique sobre as imagens para ampliá-las (fotos ney). E hoje voltei na montanha, estava um frio gostoso, um céu azul, cores de outono (Teresópolis-RJ)

sábado, 6 de junho de 2009

TERESAS OU TEREZAS





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Uma coisa leva a outra... e sobre essas linguagens de época, assunto que abordei na postagem anterior, acabei por ler mais a respeito e encontrei esse belo trabalho no endereço que segue... http://74.125.47.132/search?q=cache:2NYSZEwZzWoJ:www.seer.ufrgs.br/index.php/NauLiteraria/article/view/5074/2918+poema+tereza+de+manuel+bandeira&cd=8&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br

O moderno reescreve o romântico, diálogo entre Castro Alves e Manuel Bandeira (Dinara de Ávila Foresti). Ali estão dois textos poéticos sobre as TERESAS dos dois poetas. Trascrever aqui as duas poesias deixaria a postagem ENORME, mas estão na íntegra e comentadas no referido endereço.
Por acaso, foi Teresa, chamávamos de Teresinha, a primeira amiga ou possível namorada dos meus tempos de criança. Nasci e morei numa vila da Rua Paissandu, Flamengo, no Rio de Janeiro (foto acima), era um correr de casas geminadas, no final uma escadaria que levava a outras casas junto a uma pedreira. Quase um cortiço, e morávamos eu, o irmão mais velho e meus pais num quarto de uma das casas - "Casa de Cômodos". Teresinha era filha de um português que tinha uma serraria no final da vila, e sempre brincávamos juntos.
E veio nos ANOS DOURADOS a TERESA DA PRAIA, de Billy Blanco e Jobim, muito cantada na época por Lucio Alves e Dick Farney, neste ano por Roberto Carlos e Caetano Veloso (vídeo que segue)... http://www.youtube.com/watch?v=OOwzZ2GHg44