quarta-feira, 8 de abril de 2009

FELIZ PÁSCOA !


















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O sino é um símbolo da Páscoa. No domingo, tocando festivo, os sinos anunciam com alegria a celebração da ressurreição de Cristo. http://www.youtube.com/watch?v=e8Hu88WBSNw

IGREJINHA






















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Sendo carioca, filho de mineiros, irmão de paulistano, e morador de São Paulo por 5 anos, fez parte da minha vida conhecer essas cidades do interior desses estados, de belas pracinhas, igrejinhas, as priminhas, era um tempo de vida tranquila, de se andar de trem, bonde, lotação , ficaram boas lembranças, cartas, bilhetes, poesias, que sempre me fazem comentar, fotografar e sentir saudades. Essa é a Igreja São Francisco Xavier em Niterói, do tempo dos jesuitas, patrimônio histórico, e onde casei. ney///

sábado, 4 de abril de 2009

TERRAÇO PARA O MAR







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Na foto do meio, marcado com uma bolinha preta, é o prédio do Banco Central, meu local de trabalho por tantos anos. Hoje tomei café no terraço (rs).

NEY NICTHEROY


















Clique sobre a imagem para ampliá-la, vai ficar um tanto grande na tela (resolução maior), mas pode movimentá-la nas barras das margens. Nesses tempos a cidade se chamava NICTHEROY... e fui lá dar um passeio no tempo.

UMA VIAGEM NO TEMPO





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São Domingos é um dos bairros mais antigos de Niterói e nele aconteceram fatos significativos, que marcaram a história da cidade. Caminhando pelas suas ruas, observando edificações e praças, fica evidente a convivência e o contraste entre o passado e o presente. Em 1816, D. João VI, acompanhado por outros membros da Corte, passou uma temporada em São Domingos. Esta visita de D. João VI foi um fato marcante para o desenvolvimento de Niterói, facilitando o processo de elevação do povoado à condição de Vila Real da Praia Grande. D.Pedro II também aqui se hospedava, e a nobreza morava no bairro. Lá fui eu hoje cedo fazer uma viagem no tempo, mas não encontrei com nenhum deles (rs). ney.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

O LAÇO DE FITA


















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Pois é, um laço de fita pode fazer a diferença... Castro Alves sabia dizer as mulheres, arrebatando paixões, gostava de música e poesia, saraus, festas de arte, foi abolicionista e voluntário para a guerra do Paraguai. Da Bahia foi para Recife, Rio, São Paulo, conviveu com os maiores poetas e escritores da época, sendo patrono da cadeira 7 do Academia Brasileira de Letras.
O LAÇO DE FITA
Não sabes, criança? 'Stou louco de amores...Prendi meus afetos, formosa Pepita. Mas onde? No templo, no espaço, nas névoas?! Não rias, prendi-me num laço de fita. Na selva sombria de tuas madeixas, nos negros cabelos da moça bonita, fingindo a serpente qu'enlaça a folhagem, formoso enroscava-se o laço de fita. Meu ser, que voava nas luzes da festa, qual pássaro bravo, que os ares agita, eu vi de repente cativo, submisso, rolar prisioneiro num laço de fita. E agora enleada na tênue cadeia debalde minh'alma se embate, se irrita... O braço, que rompe cadeias de ferro, não quebra teus elos, ó laço de fita! Meu Deus! As falenas têm asas de opala, os astros se libram na plaga infinita. Os anjos repousam nas penas brilhantes...Mas tu... tens por asas um laço de fita. Há pouco voavas na célere valsa, na valsa que anseia, que estua e palpita. Por que é que tremeste? Não eram meus lábios...Beijava-te apenas...Teu laço de fita. Mas ai! findo o baile, despindo os adornos n'alcova onde a vela ciosa... crepita, talvez da cadeia libertes as tranças. Mas eu... fico preso no laço de fita. Pois bem! Quando um dia na sombra do vale abrirem-me a cova... formosa Pepita ao menos arranca meus louros da fronte, e dá-me por c'roa... teu laço de fita.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

SABIÁ




















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Sabiá garantiu seu almoço e não parou de cantar... Canção do exílio - Gonçalves Dias - 1846
Minha terra tem palmeiras, onde canta o Sabiá; as aves que aqui gorjeiam, não gorjeiam como lá. Nosso céu tem mais estrelas, nossas várzeas têm mais flores, nossos bosques têm mais vida, nossa vida mais amores. Em cismar sozinho à noite, mais prazer encontro eu lá; minha terra tem palmeiras, onde canta o Sabiá.

A "Canção do Exílio", do poeta romântico maranhense Gonçalves Dias (1823-1864), fala da saudade da pátria. Escrita em 1843, em Coimbra, onde o poeta estudava, a canção transformou-se num ícone múltiplo. Representa, antes de tudo, a saudade (e a idealização) da terra natal, um sentimento universal e sem idade. Além disso, tornou-se a expressão do nacionalismo num país que acabara de conquistar sua independência política.
Muitos dos grandes poetas homenagearam Gonçalves Dias em suas poesias. A música popular foi outro terreno para onde o sabiá de Gonçalves Dias estendeu os seus gorjeios. Na MPB, o exemplo mais ilustre é a canção "Sabiá", assinada por Antonio Carlos Jobim e Chico Buarque:
http://www.youtube.com/watch?v=L4LuCFQ2Eo4