sexta-feira, 14 de novembro de 2008

CASARÕES, PRAÇAS, IGREJAS... MEMÓRIAS



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Fotos minhas, momentos, fragmentos, e de quadros que pintei e tirei a cor, dessas cenas que ficam em nossas vidas, de sobrados, pracinhas, igrejas, e falam de tempos idos que ficaram na memória e nos trazem boas lembranças. E que aproveito aqui para ilustrar o belo texto abaixo:

A Menina Do Casarão
Carmen Apóstolo

Lola, quando menina, morava num casarão ao lado da matriz, na cidade Rio do Meio. Todos os anos na ocasião do natal, aquela grande família se reunia ali para festejar a data. Bem ,o melhor é que eu conte de uma vez a vocês como tudo ocorria nessa ocasião:
Era noite de natal! Tudo estava iluminado! Na sala, a mesa comprida , comportava até os que resolvessem aparecerde última hora... A leitoa pururuca, o arroz de forno e o cabrito assado...Ah! La isso não faltava!... E, também o mantecau, o doce espanhol de tia Antônia , era o preferido dos doces. Ai, era pra comer de olhos fechados! Enquanto isso, as crianças corriam de cá pra lá, ali perto do quintal. A praça já estava movimentada . O carrilhão da torre da igreja marcava vinte e duas horas. Daí até meia noite era um corre-corre danado! Estavam todos a espera da missa do galo , a meia noite. As crianças, quando passavam pela sala já iam se deliciando com aqueles docinhos gostosos feitos por tia Conceição... Tudo era festa, com muita alegria e muita fartura! A jovem se lembravade todos os fatos e os relatava a mim de maneira singular. Parecia que lá eu estava a fazer parte do Manjar dos Deuses . Os sapatinhos das crianças , cheios de capim verdinho, ficavam na janela para que o cavalinho de Papai Noel comesse, caso tivesse fome. Naquela época não se ouvia falar em renas, Noel vinha a cavalo mesmo! Depois de apear , subia no telhado e descia pela chaminé,deixando os presentes debaixo da árvore ou nos sapatinhos cheios de capim. Isto, só depois da turminha se deitar para dormir. E, que eu saiba, ninguém dormia...Entre os priminhos crianças havia mais de dez , que hoje não são mais crianças e se transformaramem respeitáveis senhores e senhoras.
Sempre, por ocasião dessa data, Lola recorda com saudade que lhe dói forte...Tudo como já disse Fernando Pessoa no seu poema “Aniversário “ “...As tias velhas, os primos diferentes... “Muitos anos se passaram...Um dia Lola voltou à cidadezinha para matar a saudade. Estava tudo quase como dantes, a não ser a matriz que foi ricamente reconstruída.
Para sua surpresa, o casarão estava todo iluminado! Chegou-se até a calçada e ali deparou com o primo mais velho, o senhor Justino, que muito comovido disse:
Hoje sou dono do velho casarão e de todas as alegrias que aqui vivemos. A mesa ainda está lá esperando um delicioso leitão e os docinhos tão gostosos porque aquelas crianças, somos nós !

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

E AGORA?



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Foto ney... nem sei como me fotografei (?). Pois é, tomei a Coca-Cola do post anterior, derreteu o gelo (não sou mais o "holiney on ice"), mas fiquei aqui preso. Já estou ficando verde, daqui a pouco me transformo no incrível HULK e vai quebrar esse jogo de taças de cristal made in China, R$1,99. Help! Afasta de mim esse cálice, essa taça, e eu nem gosto de beber. Acho que é porre de "photoshop", que é mesmo uma cachaça.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

SUMAÚMA








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A IMENSA SUMAÚMA e a paina pelo chão - Jardim Botânico Rio.

ECO E NARCISO








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Eco tão linda e Narciso só fica olhando seu próprio rosto no espelho d'água; e Eco fazendo eco... Maldade!

Essa são imagens de Eco e Narciso no Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Sobre o monumento leia aqui: http://www.marcillio.com/rio/enjbcrfo.html

Sobre Eco e Narciso (mitologia), veja aqui ou em outros endereços: http://www.lunaeamigos.com.br/mitologia/ecoenarciso.htm

Sobre o mito de Narciso e Eco e a Espiritualidade não deixe de ler esse texto: http://tesseract.sites.uol.com.br/mitonarcisoeco.htm

NATUREZA...



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Mas essa natureza... já manda a flor até com lacinho para dar de presente... DEMAIS!

Trata-se de um conjunto florido do cotonete (Clerodendron quadrilocular), sua floração acontece em julho.

MERGULHO NO FUTURO...


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Por falar em glub, glub (postagem anterior), será que teremos mesmo o derretimento do gelo das calotas polares, e a elevação do nível dos oceanos por causa do aquecimento global? ... Acho que vou me preparar para viver debaixo d'água. E na bela canção, FUTUROS AMANTES, de Chico Buarque, diz a letra: "Quem sabe, então... o Rio será... alguma cidade submersa...". Pois é, então antes que os escafandristas cheguem para explorar nossa casa, nossas coisas, nossa alma, trago aqui essa flor aquática para minha amada, para que fique o nosso amor sobrevivendo até debaixo d'água.
Acho que é melhor pararmos com esse aquecimento... senão glub, glub para quem mora ao nível do mar.
... "Mas não se afobe, não
Que nada é pra já
O amor não tem pressa
Ele pode esperar em silêncio
Num fundo de armário
Na posta-restanteMilênios, milênios
No ar..."
Bela canção a do Chico Buarque, como todas elas: http://www.youtube.com/watch?v=59P64-TtOKY

HOLINEY ON ICE



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Cai no copo de Coca-Cola com gelo e limão... glub, glub.