Lembrei do meu pijama de flanela, do meu tamanco deixado num canto do quintal, dos pés descalços na terra, subir em árvores, do cachorro Jupi que brincava comigo no quintal. Bons tempos!
Belas e doces lembranças. Pois é Ney, era tão bom brincar sem medos, de forma a esquecer o mundo. Hoje as crianças brincam de outra forma, não tem mais que inventar seus brinquedos, seu mundo é outro! Bjs
Esse garotinho da foto vai ter um futuro bem legal, não acha? Eu acho que sim. Ele vai crescer, estudar, casar, ter dois filhos e quatro netos. Ele não vai ter doenças e vai viver com dignidade. Pô, esse cara é demais. Te amo...
Puxa! Fico realmente feliz com esses doces comentários. E são boas as emoções de compartilhar essas lembranças e os bons sentimentos amigos a nossa volta. E ter o amor dos irmãos que me acompanharam nessa trajetório. Bom demais! Obrigado. Beijo para todos/ney.
Bons tempos!Bons tempos! lembrei também dos meus tamancos, que delicia andar com os pés descalços. saudade da infância, algo que não volta mais. adorei a sua foto de pijama. bjs lilian
Márcia e Lilian, Bons tempos dos pijamas de flanela, mas nunca mais tive um. E agora não quero mais saber deles, senão o idoso fica mais idoso (rs). Mas seriam úteis nessas noites frias. Acho que foi adiado o tal aquecimento global (ainda bem). Obrigado pela presença e o carinho de sempre. ney/
Está certa, Márcia, e no mundo feminino tudo fica bem, mesmo o tamanquinho fica fashion, delicado e charmoso. Mas aqueles antigos pijamas listrados é que nunca mais usei, nem o chinelão (rs)... e a cadeira de balanço nem pensar, senão fico mais velho. Em criança era o contrário, usávamos calça curta com suspensório e queríamos ficar mais velhos para usar calça comprida. Um dia chegou o JEANS e ficamos todos parecendo jovens. Mas estando com saúde tudo mais se resolve. Ah, e uma grande poetiza escreveu com muita sabedoria e sensibilidade o lindo poema "contra (o) tempo", e encantou a vida em todos os seus momentos. beijo/ney.
Belas e doces lembranças.
ResponderExcluirPois é Ney, era tão bom brincar sem medos, de forma a esquecer o mundo.
Hoje as crianças brincam de outra forma, não tem mais que inventar seus brinquedos, seu mundo é outro!
Bjs
Ainda bons, amigo, para os que sentem como vc.
ResponderExcluirAbraços
Esse garotinho da foto vai ter um futuro bem legal, não acha?
ResponderExcluirEu acho que sim. Ele vai crescer, estudar, casar, ter dois filhos e quatro netos. Ele não vai ter doenças e vai viver com dignidade.
Pô, esse cara é demais.
Te amo...
Puxa! Fico realmente feliz com esses doces comentários. E são boas as emoções de compartilhar essas lembranças e os bons sentimentos amigos a nossa volta. E ter o amor dos irmãos que me acompanharam nessa trajetório. Bom demais! Obrigado. Beijo para todos/ney.
ResponderExcluirQue saudades das brincadeiras, do pijaminha de flanela feito pela vovó e da alegria de saber-se protegido ao acordar.
ResponderExcluirlindo dia
beijos
Bons tempos!Bons tempos!
ResponderExcluirlembrei também dos meus tamancos,
que delicia andar com os pés descalços.
saudade da infância, algo que não volta mais.
adorei a sua foto de pijama.
bjs
lilian
Márcia e Lilian,
ResponderExcluirBons tempos dos pijamas de flanela, mas nunca mais tive um. E agora não quero mais saber deles, senão o idoso fica mais idoso (rs). Mas seriam úteis nessas noites frias. Acho que foi adiado o tal aquecimento global (ainda bem). Obrigado pela presença e o carinho de sempre. ney/
Pois eu digo que quando viajei não resisti e comprei um pijama de flanela, bem largo, bem rosa, bem antimonotonia, rsss, adoro.
ResponderExcluirbeijos
Está certa, Márcia, e no mundo feminino tudo fica bem, mesmo o tamanquinho fica fashion, delicado e charmoso.
ResponderExcluirMas aqueles antigos pijamas listrados é que nunca mais usei, nem o chinelão (rs)... e a cadeira de balanço nem pensar, senão fico mais velho.
Em criança era o contrário, usávamos calça curta com suspensório e queríamos ficar mais velhos para usar calça comprida.
Um dia chegou o JEANS e ficamos todos parecendo jovens. Mas estando com saúde tudo mais se resolve.
Ah, e uma grande poetiza escreveu com muita sabedoria e sensibilidade o lindo poema "contra (o) tempo", e encantou a vida em todos os seus momentos. beijo/ney.
Márcia.
ResponderExcluirLeia poetisa, e não poetiza. ney/